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Jacinta profetizou em Fátima: "Vão matar o Papa em Portugal"

Irmã Jacinta - 3 Pastorinhos
Em 1920, Jacinta, a pastorinha de Fátima, profetizou com todos os detalhes, um atentado contra o Papa no Santuário de Nossa Senhora de Fatima em Portugal, no centenário. A criança diz ter visto “setas, balas, uma língua de fogo e sangue a derramar-se nas vestes do Papa , que se ajoelha junto a uma cruz torta”.


Jacinta, uma dos três pastorinhos de Fátima, que morreu aos 9 anos, a 20 de Fevereiro de 1920, com pneumónica, descreveu, com todos os detalhes e pormenores dramáticos dignos de argumento cinematográfico apocalíptico, um mortal atentado contra o Papa no Santuário de Fatima em Portugal.

A sua descrição que foi passada a papel e guardada em segredo, fala de setas, balas, uma língua de fogo e sangue a derramar-se nas vestes do Papa, que se ajoelha junto a uma cruz torta, mas não só.

Esta transcrição do que Jacinta falou foi transcrita para papel na década de 30, por Lúcia, a sua prima mais velha e uma dos três videntes, juntamente do Francisco, que juraram, até à morte, ter visto e falado várias vezes com a mãe de Jesus Cristo, entre os misteriosos dia 13 de Maio e 13 de Outubro de 1917, num ermo descampado na Cova da Iria, nos arredores de Ourém.

E Jacinta, a mais pequena e frágil do grupo de crianças que sempre afirmou, de forma irredutível, ter visto a Nossa Senhora no topo de uma oliveira, em 1917, foi até à sua morte, a vidente passava o tempo todo a rezar pelo Santo Padre – que era a sua maior e quase exclusiva preocupação – segundo os relatos da época pelos médicos que a acompanharam no hospital até à morte e também pelos religiosos que a observavam de perto com particular atenção.

A terrível e apocalíptica profecia

O escritor e guionista Manuel Arouca, que desde há 17 anos se dedica a estudar e a aprofundar o fenómeno da fé e os mistérios das revelações de Fátima, teve acesso ao escrito apocalíptico, escrito pela mão da irmã Lúcia, quando esta vivia clausurada na sua cela no Convento de Pontevedra.

É nesta missiva tenebrosa, que o Vaticano guardou em segredo até ao dia 26 de Junho de 2000, que consta a perturbadora revelação de um dramático e fatal atentado ao Papa em Portugal…cujo sangue “também se derrama em muitos mártires da sua Igreja que vão caindo com ele”, isto segundo Jacinta que afirmou ter ouvido directamente e em exclusivo da boca da mãe de Jesus Cristo com quem sempre defendeu ter falado em várias visões.

Esta profecia da morte do Papa, que o Vaticano sempre associou ao atentado sofrido por João Paulo II, a 13 de Maio de 1981, com dois tiros disparados pelo turco Mehmet Ali Agca, nunca convenceu a maioria dos responsáveis pela Congregação para a Doutrina da Fé, entidade da Igreja Católica que conhecia e guardava há quase 70 anos, as palavras proferidas pela pequena e enigmática vidente Jacinta.

João Paulo II aproveitou e apropriou-se da historia da terceira parte do segredo e assumiu-a como sendo a do atentado que sofreu, chegando a consagrar em 1983 uma das balas que lhe foram retiradas do corpo a Maria, colocando-a na coroa da estátua mariana que reside no Santuário de Fátima.

O sacrifício que fará a Igreja renascer

O escritor Manuel Arouca diz que ao ler essa parte do segredo mudou-o completamente. Diz ter ficado arrebatado com a linguagem audiovisual que Lúcia pôs na interpretação de Jacinta. Ela não colocou uma data na profecia. Foi ele quem decidiu estabelecer os cem anos, devido a uma interpretação muito pessoal, mas resultante da análise de várias evidências e escritos que li.

A ideia principal que tiramos de tudo isto é que a Igreja tem de renascer com sacrifício e oração, tal como Cristo renasceu após a crucificação.

No seu livro “Jacinta – A Profecia”, mesmo no final Manuel Arouca faz um relato aterrador e detalhado da revelação que a mãe de Jesus Cristo terá feito em exclusivo à pequena Jacinta e que prevê, preto no branco, um atentado contra o Papa em Portugal.

A revelação, tal como Manuel Arouca leu

Aquela gente toda, ainda em maior quantidade que no milagre do Sol, no meio deles, caminhando, religiosos, religiosas, padres, bispos, com o bispo vestido de branco à frente, como Nossa Senhora nos mostrou, vejo-os aqui, cem anos depois de Ela nos ter aparecido, vão em fila, muitas roupas brancas, uma imagem que lembra a Nossa Senhora, que nos apareceu cheia de flores, vai no meio… de repente, não percebo bem se são setas, se balas, é uma língua de fogo e o sangue derrama-se nas vestes do Papa, que se ajoelha junto a uma cruz torta, também se derrama em muitos da sua Igreja que vão caindo com ele… o sangue corre, o sangue dos mártires é recolhido pelos regadores de cristal que dois anjos, junto àquela estranha cruz, seguram, como Nossa Senhora nos mostrou…

Fonte: Tas Mokado.

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