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sábado, 23 de junho de 2018

O presidente da República desmaiou, este sábado, à saída de uma visita ao Santuário do Bom Jesus, em Braga, tendo sido transportado pelos seguranças para um hotel próximo.

Fotografia Marcelo Rebelo de Sousa assistido por médico
Foto: Paulo Jorge Magalhães/Global Imagens

Segundo o Jornal de Notícias, o desmaio de Marcelo Rebelo de Sousa ocorreu cerca das 13 horas durante uma visita ao Santuário. O presidente foi imediatamente assistido por um enfermeiro e um médico que acorreram ao local, o hotel do Templo, numa Viatura Médica de Emergência Rápida (VMER).

Em um pequeno comunicado publicado no site da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa foi encaminhado ao hospital de Braga, "por precaução". É "de esperar uma adaptação do programa previsto para este fim de semana", acrescenta a nota.

O diagnóstico feito pela equipa que assistiu o presidente indica uma quebra de tensão, explicada pelas fortes temperaturas que se faziam sentir àquela hora, em Braga. De acordo com as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, são esperadas temperaturas máximas de 37 graus no distrito.

Menos de uma semana depois da formalização da candidatura das Festas de São João de Braga a Património Cultural Imaterial, Marcelo Rebelo de Sousa tinha previsto passar este sábado na cidade, começando por visitar o Santuário do Bom Jesus do Monte ao final da manhã.

Recorde-se que também o​​​​ ex-presidente da República, Cavaco Silva, em 2014 numa cerimónia pública, durante uma sessão solene das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, na Guarda, se sentiu mal e desmaiou.
Depois de receber assistência médica, Cavaco Silva regressou à tribuna com aplausos de quem o ouvia e retomou o discurso.


terça-feira, 14 de março de 2017

Marcelo Rebelo de Sousa

O Presidente da República vetou hoje o novo Estatuto dos Militares da Guarda Nacional Republicana (GNR), considerando que a possibilidade de promoção ao posto de brigadeiro-general "pode criar problemas graves" à GNR e às Forças Armadas.

Este veto - o quarto desde que Marcelo Rebelo de Sousa é Presidente da República - foi divulgado na página da Presidência da República, através de uma nota na qual se lê que "o Presidente comunicou ao primeiro-ministro por escrito o sentido do veto", e que reproduz essa mensagem.

O artigo 208.º do Estatuto dos Militares da GNR consagra agora uma condição especial de promoção ao posto de brigadeiro-general, que traduz regime muito diverso dos vigentes nas Forças Armadas e na própria GNR. Esta diversidade de regimes, entre militares, em matéria particularmente sensível, ademais cobrindo universo limitado de potenciais destinatários, pode criar problemas graves no seio das duas instituições, ambas militares e essenciais para o interesse nacional. O que preocupa, a justo título, o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas", refere essa mensagem.

Marcelo Rebelo de Sousa acrescenta: "Razão pela qual devolvo o decreto, de modo a que o Governo possa reapreciar a norma em causa".

O decreto-lei que estabelece o novo Estatuto dos Militares da GNR foi aprovado em Conselho de Ministros no dia 23 de fevereiro.


No primeiro ponto desta mensagem, o chefe de Estado salienta que a GNR é "uma instituição militar, o que lhe confere natureza própria, diversa da duplicação ou sobreposição relativamente a outra essencial força de segurança, essa civil, a Polícia de Segurança Pública (PSP)".

Segundo o Presidente da República, "a natureza militar da GNR é sublinhada no presente decreto", embora "de modo, aqui e ali, diverso do acolhido na legislação em vigor".

No segundo ponto da mensagem, Marcelo Rebelo de Sousa afirma que "é, por outro lado, visível a intenção do Governo de valorizar o Estatuto dos Militares da GNR, incorporando regimes atualizados, alguns dos quais, por isso mesmo, mais favoráveis ou, desde logo, legalmente concretizados".

Assim acontece em domínios como tempo de trabalho, avaliação do desempenho, reserva e ingresso e formação de sargentos. Nestas matérias, as soluções encontradas deverão, por identidade de razões, merecer acolhimento similar ou equivalente no Estatuto dos Militares das Forças Armadas", considera.

Fonte: TVI24.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

O Presidente da República lamentou que a troika não tenha descoberto os problemas na banca portuguesa "há quatro ou cinco anos", mas referiu a venda do Novo Banco como um dos passos que está prestes a ser dado para a consolidação do sistema financeiro. Marcelo Rebelo de Sousa falava aos jornalistas, na manhã desta segunda-feira, à margem de uma visita ao colégio Pina Manique da Casa Pia, em Lisboa.

"Aquilo que foi uma preocupação no ano anterior e no começo deste ano foi-se compondo, está-se a compor e se há coisa que nós lamentamos é que a troika não tenha descoberto isso há mais tempo. Porque se tem descoberto isso há uns quatro, cinco anos tinha facilitado muito essa decisão", afirmou o chefe de Estado, depois de, em resposta a uma pergunta sobre o relatório da OCDE esta manhã divulgado, ter identificado "ao longo do ano passado" que o problema está no sistema bancário. Questionado sobre se essa descoberta não é uma responsabilidade do governo de então (PSD/CDS), o Presidente voltou a dizer que "é pena" que as instituições internacionais não tenham dado por isso na altura porque se tinha "evitado uma parte do problema". "Como eu digo, mais vale tarde do que nunca", rematou.

Depois de apontar o sistema bancário como o principal problema da economia portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa lembrou que esta "é uma boa semana", tendo em conta que se concretiza o aumento de capital do BCP e que amanhã acontece o "fim do problema de clarificação no BPI", além de ter entrado em funções a administração da Caixa Geral de Depósitos. "Estamos a dois passos de consolidação da banca portuguesa, com a venda do Novo Banco e a resolução em simultâneo dos activos problemáticos", afirmou.

O Presidente desvalorizou as conclusões do relatório da OCDE que alerta para vulnerabilidades na economia portuguesa. "É um relatório na linha dos relatórios anteriores que não apresenta inversões nem sinais negativos na economia portuguesa", afirmou, mostrando optimismo: "Vamos ver se os números finais não vão ser melhores". Fonte: Público.Marcelo Rebelo de Sousa

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

revista flash - Marcelo Rebelo de Sousa vai casarMarcelo Rebelo de Sousa, o presidente da República de Portugal vai finalmente oficializar a relação de longa data com Rita Amaral Cabral.

Este é, ou já foi, o segredo mais bem guardado deste verão: Marcelo Rebelo de Sousa quer casar-se com a "eterna" namorada, Rita Amaral Cabral. Uma amiga da noiva revelou que o enlace poderá ser já para outubro. Fonte: Flash.

domingo, 11 de outubro de 2015

José Alberto Carvalho, Judite Sousa, Ana Sofia Vinhas, Júlio Magalhães, José Carlos Castro, João Maia Abreu e Sérgio Figueiredo recordaram, com o candidato presidencial, momentos dos últimos 15 anos.

"Sem política mas com surpresas". Foi desta forma que José Alberto Carvalho apresentou a festa de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa, no Jornal das 8 deste domingo, e assim foi.

Marcelo na TVI - A despedida 15 anos depoisCom a presença em estúdio dos jornalistas que conduziram, em Queluz de Baixo, o espaço de comentários do candidato às presidenciais de 2016, José Alberto Carvalho, Judite Sousa, Ana Sofia Vinhas, Júlio Magalhães, João Maia Abreu e José Carlos Castro (aos quais se juntou o diretor de informação da TVI, Sérgio Figueiredo) partilharam, com os espectadores, alguns dos seus momentos mais marcantes dos últimos 15 anos.

Em clima de boa disposição, várias gargalhadas e memórias à mistura, recordaram-se os telefonemas durante a madrugada entre o comentador e os pivôs, os presentes que o professor oferecia aos mesmos, ataques de riso em direto, as "relações de afeto, de proximidade, de amizade" estabelecidas ou microfones que caem em direto.

"Vamos ter saudades", frisava Judite Sousa. "Estamos aqui de coração apertado. Esta é uma homenagem da TVI a uma das principais e mais duradouras figuras da estação", acrescentava Sérgio Figueiredo.

O candidato presidencial contou ainda que os seus dois filhos não souberam, de antemão, que iria avançar com a sua candidatura e explicou que tomou a decisão de concorrer a Belém "há muito pouco tempo". "Há muitos fatores políticos, familiares e profissionais a equacionar. É um encerrar de um ciclo. São 40 e tal anos de ensino e comentário. E mudar de vida após 40 e tal anos dá que pensar", dizia Marcelo, acrescentando ainda: "Tenho pena de partir (da TVI)". Fonte: DN.